Setembro 10, 2010, 03:44:49
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 : Julho 28, 2010, 10:40:07  
Iniciado por Reginaldo de Souza Picanç - Última Mensagem: por vini miguel
Caro Reginaldo
Recomendo que você faça o curso de Produçao executiva de shows e eventos no IATEC
onde voce encontrará essa e outras respostas as suas duvidas
abraço

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 : Julho 28, 2010, 10:19:51  
Iniciado por vini miguel - Última Mensagem: por vini miguel
O nome: “Berinjela” se deve ao formato da lâmpada. Ela exige o uso de um reator, como toda lâmpada de descarga, e tem realmente um rendimento muito bom. Mas para utilização em espaço fechado e com iluminação controlada, como uma sala de espetáculos, tive ótimos resultados com lâmpadas fluorescentes negras. É claro, uma lâmpada de 125W não poderá ser substituída por outra de 40W sem prejuízo do efeito. A algum tempo tem sido difícil encontrar estas lâmpadas por causa de seu custo, os vendedores explicam que a procura caiu devido à existência das fluorescentes. Aconselho, no entanto, procurar uma marca tradicional. A cobertura escura destas lâmpada é na verdade um filtro para proteger nossos olhos dos raios UV B e UV C. Abaixo dois links que podem ser úteis.

 

http://www.lumixpro.com.br/produtos/detalhes/iluminacao/lampadas/negras/refletor_luz_negra_uv125.html?PHPSESSID=c0c8923d6efc8d619b10f5042d7fdb3a

 

 

http://www.lampadasespeciais.com.br/lampadas_linha_luz_negra_BLB.htm

Por Francisco Rocha
Abraço

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 : Julho 28, 2010, 10:12:51  
Iniciado por Adriana Gonçalves - Última Mensagem: por vini miguel
Perfeito, tio Álvaro! Muito Bem!!

Acrescento apenas, o que sempre falamos nestes 10 anos de Iatec:

Produção, em praticamente todas as áreas de atuação, permite q o profissional, verdadeiramente interessado e empreendedor, crie seu Curriculum, seu produto e assim se APRESENTE ao MERCADO.

Os profissionais que temos hoje, do Cinema à Musica Clássica que contam com larga experiência e destaque no mercado do entretenimento, foram desbravadores, pioneiros e, portanto,  não contaram com QI.

É isso aí os PissuALL.

bj

Elsa Costa

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 : Julho 28, 2010, 10:10:55  
Iniciado por Adriana Gonçalves - Última Mensagem: por vini miguel
Cara Alê Bispo.

Estar Antenada e Indignada já são duas condições elementares e positivas para destacar um diferencial. Te passo, adiante, uma visão simplificada da minha experiência de 24 anos no mercado de Produção Executiva em shows e eventos. Houve um tempo em que o dito mercado parecia fechado simplesmente por haver poucos profissionais capazes de assumir que faziam este trabalho de maneira profissional. Em sua maioria eram criticados por seu familiares e amigos, apontados como "vagabundos", "marginais" "arruaceiros" ou simplesmente ganhavam pouco crédito pelo que faziam. Afinal, não havia no Brasil uma política de reconhecimento da categoria como uma das mais sérias ou lucrativas. Fazer produção não era uma profissão, mas um hobby. Os artistas iam surgindo e seus melhores amigos, esposas, irmãos tomavam à frente dos negocios ou por falta de opção ou por amor ou por simplesmente por terem iniciativa.

Para opinião pública, o mercado de entretenimento ainda era marginal. Aqueles que não queriam seus diplomas de doutores ou os 'incapazes" acabavam se firmando nesta seara por "falta de comprometimento com o desenvolvimento". Não havia estatística econômica oficial que trouxesse à tona a importância deste mercado. Hoje a situação é bastante diferente e sedutora. Órgãos oficiais já se utilizam do Mercado de Entretenimento para calcular o PIB nacional e entendem esta fatia como parte suntuosa dos ganhos econômicos. Ter o Ministério da fazenda apontando que o Entretenimento é responsável por 12 % do PIB nacional mudou muito o comportamento, mas esta estrada nem sempre foi de glórias. Foi através da curiosidade social, com o surgimento dos periódicos de celebridades e do chamado Glamour Artístico que a opinião pública se rendeu e passou a valorizar os profissionais desta área. Através do avanço dos recursos tecnológicos (TV, WEB destre outros) que a dita Globalização trouxe uma maior vizibilidade aos artistas e celebridades, mesmo que instantãneas. A possibilidade de ganhos astronômicos financeiros e destaques sociais, fizeram com que este mercado "fosse obrigado" a se profissionalizar.

Quando falamos em PRODUÇÃO, precisamos aplicar o sinônimo PLANEJAMENTO. Para que dê certo, caresce de uma estratégia de marketing, difusão da imagem e do produto. Pronto chegamos ao PONTO. O mercado como um todo passou a entender que temos PRODUTOS|. Como qualquer outro, precisam ser vendidos, reconhecidos, difundidos, valorizados para serem "comprados" através de ingressos, fotos, música, revistas, souvenires e traquitanas que fazem a máquina econômica girar. Se é assim, começamos a entender que não basta o que chamou de QI para estar ou penetrar no mercado. Há de se ter competência, seriedade e comprometimento para fazer/ ter a força que este mercado precisa para se mover. A qualificação, sem dúvida alguma é fundamental para isto. A cada dia, há mais e mais "Bozós"( personagem do Chico Anízio) querendo atuar no mercado. O fulano mal ganhou um troco distribuindo filipetas na porta de um evento e já se entitula Produtor. Para ser produtor, deve-se ter formação e INFORMAÇÃO. Hoje é sabido que CONTEÚDO vale muito mais que simples aperência. Aquele profissional, mesmo que iniciante, que demonstre ter este saber (conteúdo) se destacará e terá o seu "espaço garantido" neste, hoje, tão cobiçado MERCADO. Para resumir: Entendo que o Mercado é ABERTO para aqueles que se destacam através de seus conteúdos diferenciados, capazes de realizar o melhor, pelo menor custo e menor tempo e FECHADO para aqueles que se escondem atrás de seus velhos PADRINHOS, mas são incapazes de fazer o "motor girar"!


O livre-arbítrio permite que você escolha de que lado quer ficar!


Boa Sorte!


Alvaro Nascimento

Coordenador e Professor do Curso de Produção Executiva para Shows e Eventos no IATEC


Desculpe-nos a demora em responde-la
Abraço

 5 
 : Julho 25, 2010, 11:16:25  
Iniciado por vini miguel - Última Mensagem: por vini miguel
Cara acho que a única que poderia fazer o efeito que ele quer
é a Luz Negra BERINGELA
HPW 125w 220v E-27
que está custando por volta de R$50,00
da "Quality"
lembrando nunca usei essa marca
seria uma tentativa
essas lâmpadas BERINGELAS tem um efeito muito melhor do que as Luzes Negras Eletronicas Japa !
Abraço

 6 
 : Julho 25, 2010, 11:12:56  
Iniciado por vini miguel - Última Mensagem: por vini miguel
Cristiano Rio Grande - RS

Vejo que vcs oferecem bastante cursos de iluminação cenica talvez
possam me tirar uma duvida:
Eu trabalho com eventos e gosto muito da parte de iluminação eu usava
muito a lampada luz negra de 125w vapor mercurio da marca GE que tem um
efeito muito bom só que não acho mais dessa marca e outras que usei não
deram efeito nenhum!
Vcs sabem se ainda consigo a lampada da GE ou tem alguma outra marca ou
modelo de luz negra que seja perto o resultado!!!

Agradeço a atenção e se puderem me ajudar! Obrigado!

 7 
 : Junho 30, 2010, 02:47:20  
Iniciado por vini miguel - Última Mensagem: por vini miguel
Duvida do Ronei
Eu tenho duas caixas de som, cada uma delas tem 1 altofalante de 300w de 4ohms, 2 driver de 100w 8ohms e 1 twiter
de 100w 8ohms. qual deve ser a potenciado amplificador?



Considere o seguinte:
•   Esse diagrama acima é de um sistema passivo.
•   A potência de um amplificador é para toda a faixa de freqüências, ou seja, um amplificador de 300 W vai fornecer essa potência desde a mais baixa freqüência até a mais alta, por exemplo, de 60 Hz a 15000 Hz, dependendo apenas do solicitado pelo programa. Aqui um amp de 300 W casaria com o falante, sobraria para os drivers e sobraria para o tweeter.
•   O amplificador deve ter cerca de 1,5 a 2 vezes a potência do falante que vai tocar, para que não clipe. Não se espante, pois um falante suporta potências até cerca de 10 vezes sua potência nominal, DESDE QUE SEJA MUITO RAPIDAMENTE!
Portanto:
•   Aqui o amplificador ideal teria cerca de 600 W de potência. Assim você garantia que, depois das perdas no passivo, ainda sobraria potência para não corre o risco de distorcer. Mas fique de olho na modulação do mesmo, não deixe que ele “trabalhe” no 0 VU o tempo todo, mas até pode ir lá de vez em quando.

Forte Abraço
Por Pedruzzi

 8 
 : Junho 09, 2009, 11:18:44  
Iniciado por admin - Última Mensagem: por admin

Muitos fabricantes fazem kits de microfones para bateria, desde os clássicos até os que chegam agora querendo ganhar mercado. Comprar um clássico não é garantia de satisfação, você pode não gostar muito da sonoridade, mas, provavelmente, vai ter um material durável. Dentre os novos você pode gostar de um determinado, mas fique atento para sua robustez e durabilidade.
Relação custo/benefício
é uma coisa que tem sido muito mal entendida. Se é barato então apresenta um bom custo/benefício!?
Cuidado!
Na minha opinião, para apresentações ao vivo, Shure séries SM ou BETA são muito bons em todos os aspectos, a série PG já não me soa tão bem. Também gosto muito dos Sennheiser série MD e dos Eletro Voice série ND. Entre os condensadores - para pratos - os AKG são minha preferência. A preços mais baixos prefiro os Superlux e os JTS. A mim satisfaz mais um mix de microfones, entre marcas e modelos, do que um kit determinado de um fabricante.
Pedruzzi.

 9 
 : Junho 08, 2009, 07:18:53  
Iniciado por admin - Última Mensagem: por admin
Caro Igor.
A prática de fazermos a potência disponível pelo amplificador exceder a potência admissível pelo alto falante se deve aos cuidados que temos com evitar a qualquer custo a distorção do sinal no amplificador. A distorção traz uma sonoridade indesejável e pode dinificar - e via de regra danifica
- o alto falante. Fazer essa razão o dobro é um critério que se mostrou apropriado, ou seja, que atende as duas colocações feitas acima com sucesso. Fique atento a dinâmica do programa, que determinará o perfeito relacionamento entre os dois. A música pop, por exemplo, tem , em média, uma dinâmica da ordem de 10 dB. Um amp modulando 10 dB abaixo do seu máximo fornece ao falante 10 vezes menos potência do que sua máxima disponível, o que é bem menos do que a metade que o falante suporta, 500W. Eventuais modulações máximas de 1000W, desde que sejam súbitas, não chegarão a danificar o falante (segundo os fabricantes um falante suporta até 10 vezes sua potência nominal, neste caso 5000W, desde que seja um sinal do tipo transiente). Portanto, eu consideraria em projeto que a potência máxima nominal que pode ser entregue ao falante, após todas as perdas no circuito de ligação entre eles, deve ser o dobro da nominal que ele admite.
Se você usar um processador com limitador essa margem pode ser diminuida, ou mesmo eliminada, dependendo apenas de como vai soar a música com se você impuser a ela limtações radicais.
Um forte abraço.
Pedruzzi.

 10 
 : Junho 08, 2009, 07:18:25  
Iniciado por admin - Última Mensagem: por admin
Gostaria de tirar uma dúvida com relação ao dimensionamento de
amplificadores. Já li e ouvi em alguns lugares (inclusive no curso de equipamentos na IATEC) que é
conveniente deixar uma "folga" para o amplificador do dobro da potência que lhe é demandada (3dB). Ex: tenho cinco arandelas com trafos de 15W para alimentar. Ou seja: 15W x 5 = 45W. Para isso, precisaria teoricamentede um amp. de 90W. Sei que deve haver realmente uma folga no amp para que ele não trabalhe a 100% do seu potencial, por uma questão até de vida útil do equipamento. Sei també que é necessário uma folga a mais para suprir a potência das perdas (nos trafos, nas linhas, nas emendas/conexões, etc.). Imagino, portanto, que essa recomendação da margem de 3dB seria justamente para atender essas situações.

Minha dúvida: até que ponto essa margem deve ser "respeitada"?
Pergunto isso porque nos projetos que faço, já faço todo o cálculo das perdas do sistema, então uma das grandezas da qual a folga depende (as perdas) já estão sendo levadas em consideração. Faltaria, no caso, apenas a folga para que o equipamento não funcione a 100%. De quanto seria essa folga?

Um exemplo para ilustrar melhor:
Num circuito (C1), tenho 23 sonofletores com trafos de 15W. Utilizando um
par trançado de 4,0mm² pra distância de aprox 200m de linha, e considerando uma perda de
> 1,5dB por trafo, cheguei a um valor de perdas de aprox. 177W. Somando isso à potência dos trafos (23x15 + 177), eu precisaria de 522W. A partir daí, quanto mais eu teria que deixar de sobra para poupar o amplificador? Essa folga é realmente indispensável?

Peço antecipadamente muito obrigado pela sua atenção!
 
Atenciosamente,
Igor Zaidys Farias

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