Archive for agosto, 2010

Promovido pela fabricante de instrumentos musicais Roland, a quarta edição do Festival Internacional de Acordeon terá sua final brasileira amanhã, no Teatro Vivo Rio, em São Paulo. Os concorrentes foram selecionados em treze audições, realizados em diversas regiões do país. Na apresentação de amanhã, eles estarão à frente de uma comissão julgadora, que tem a tarefa de decidir quem representará o país na grande final, em outubro, na Itália, e concorrerá a um prêmio de 5 mil euros. O Brasil ainda não trouxe para casa o prêmio principal, que foi vencido por representantes da França, Finlândia e Nova Zelândia nas edições anteriores.

Site do festival: www.festivaldeacordeon.com.br

Inédito no Brasil e no mundo, o PRÊMIO DE MÚSICA DIGITAL surge como uma forma de estimular, valorizar e reconhecer este novo segmento no Brasil. E, também, tem o objetivo de incentivar – e tentar conscientizar – o publico e fãs em geral a consumirem legalmente o conteúdo digital de seus artistas preferidos, no lugar da opção pela pirataria virtual que não remunera artistas, compositores, músicos e produtores.

O PRÊMIO DE MÚSICA DIGITAL conta com a chancela das principais gravadoras representadas pelas entidades ligadas ao mercado fonográfico no Brasil (ABPD, ABMI, ABEM e ABER), além da participação das principais empresas envolvidas na comercialização de plataformas digitais (OI, TIM, Claro, Vivo, UOL, NOKIA, Baixa Hits, Terra e iMusica). (clippado do site oficial: www.premiodemusicadigital.com.br)

O primeiro prêmio de música digital terá três formas de premiação: prêmio por vendas, voto popular e reconhecimento digital, que premiará a marca e o artista mais engajados digitalmente. As inscrições vão até o dia 31 de agosto.

Clique aqui e veja a matéria no G1.

Teve início hoje em São Paulo a décima nona edição da Broadcast & Cable, principal Feira de Engenharia de Televisão, Rádio e Telecomunicações da América Latina. Ela pretende atingir um público de profissionais, empresários e executivos do mercado de produção e distribuição de conteúdo eletrônico de multimídia, incluindo TV, rádio, internet, indústria, produção e telecomunicações. A expectativa da organização do evento é de 10.500 visitantes até a sexta-feira. São esperados profissionais de toda a parte de Brasil e países da América do Sul e do Norte, Europa e Ásia. (Foto: divulgação)

Serão cerca de 150 empresas expositoras. Entre elas, a Avid® e CIS prometem para a feira os últimos lançamentos para Broadcast, Pós-Produção e Cinema Digital. Além de observar as novidades do mercado, quem conferir a Broadcast & Cable poderá participar de seminários e workshops, organizados pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão, com temas como Interatividade, Áudio Multicanal, Rádio e Cinema Digital, Jornalismo, Portabilidade, além da exposição de trabalhos acadêmicos na área de Tecnologia de Televisão.

A feira acontece nos dias 25, 26 e 27 de agosto, de 12h à 20h, no Centro de Exposições Imigrantes, na capital paulista. Mais informações pelo site: www.broadcastcable.com.br

             Por Roberto Medina, empresário, criador do Rock in Rio

Rio – No passado, a agro-pecuária foi a principal fonte de emprego e renda. No século XX, o dinamismo econômico mudou-se para as cidades, com a industrialização acelerada, a expansão do comércio e a diversificação dos serviços. E neste começo do século XXI, qual é o cenário mais promissor do mercado de trabalho?

Pelo menos na cidade do Rio de Janeiro, onde o Rock in Rio nasceu e para onde está voltando, arrisco prever que a “economia do lazer” abrirá inúmeras ocupações para os mais variados segmentos da população, beneficiando cidadãos e cidadãs com diferentes níveis e tipos de qualificação profissional.

Nos próximos anos, teremos aqui não sóo mais importante festival de música da atualidade, como também a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas de 2016 e, nos intervalos, vários outros eventos de grande interesse mundial, como o carnaval e, quase certamente, outra edição do Rock in Rio, além da já programada para 2011.  Nenhum outro país do mundo terá, no mesmo período, tantas atrações de alto impacto e investimentos tão significativos no setor do entretenimento. Com a vantagem adicional da vocação e experiência dos cariocas para fazer da alegria um negócio sério.

Tomando o Rock in Rio como exemplo, as três edições realizadas em nossa cidade reuniram 3.310milhões de pessoas diante do palco e mais 1 bilhão de espectadores pela TV no mundo inteiro.Para atrair e atender tanta gente, foram mobilizados centenas de astros da música nacional e internacional, verdadeiros exércitos de operários, fornecedores, técnicos de múltiplas especialidades, administradores, funcionários de lojas e escritórios, equipe de recepção, de saúde e de segurança, profissionais de comunicação e um número enorme de prestadores de serviços terceirizados. Além de todos os empregos diretos e indiretos gerados, e das janelas de negócios que se abriram para grandes e pequenos empreendedores,a cidade do Rio de Janeiro ainda foi beneficiada com o equivalente a 300 milhões de dólares em tributos. 

A população também ganha o que pode ser chamado de “dividendos emocionais”. Em todas as ediçõesdo Rock in Rio, a força mágica dos espetáculos, associada ao extremo cuidado dos organizadores com o bem-estar dos espectadores e com a manutenção da normalidade urbana, levanta o “astral” da comunidade. Os índices de violência caem, as pessoas sentem-se mais leves, unidas, orgulhosas de sua cidade e confiantes para investir nos seus próprios sonhos. E essa energia coletiva tem tudo para se tornar ainda mais poderosa agora, quando o Rio de Janeiro vive um excelente momento e tem pela frente um calendário de eventos de tamanha grandeza.

É fácil antever o que a soma de tantos mega-espetáculos representará como matriz de oportunidades nos próximos seis anos, com todas as exigências de infra-estrutura que precisarão ser cumpridas, compreendendo estádios, ginásios, arenas, transportes, hotelaria, telecomunicações, serviços públicos e muito mais. Vamos nos preparar desde já, porque o mercado vai precisar de cada vez mais de gente disposta e treinada para fazer do lazer o seu trabalho.

Fonte: O Dia Online

Programação de setembro

IATEC On agosto - 18 - 2010ADD COMMENTS

O site Scream & Yell postou na última semana uma entrevista com o produtor musical Iuri Freiberger. Quem conduziu o bate papo foi o jornalista Marcelo Costa, e, em pauta, estiveram a produção musical no Brasil, o som dos shows no país, além de palpites sobre o futuro da música, a volta do vinil e a remasterização de discos antigos. 

Iuri é classificado no site como “um dos grandes produtores que surgiram nos últimos tempos”. Ele produziu mais de 40 discos, o primeiro deles, “Carteira Nacional de Apaixonado”, de Frank Jorge, em 2000. Outros destaques, lembrados pelo jornalista, foram Walverdes (“Anticontrole”, 2001, e outros), Violins (“Grandes Infiéis”, 2005), MQN (“Bad Ass Rock and Roll”, 2007) e o novo disco do Cabaret, “A Paixão segundo Cabaret” (2010/2011). 

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.

A Apple Corps., gravadora dos Beatles, anunciou que irá lançar em outubro as versões remasterizadas das coletâneas 1962-1966 (Red) e 1967-1970 (Blue). As informações são do site australiano Undercover. Lançadas originalmente em vinil em 1973, elas foram as primeiras coletâneas de sucessos do grupo de Liverpool após o fim da banda.

Serão dois CDs duplos com um encarte especial que trará fotos raras, e textos originais e inéditos. Red e Blue foram remasterizadas no famoso estúdio de Abbey Road, em Londres, pela mesma equipe de engenheiros que no ano passado remasterizaram a discografia original da banda.

1962-1966 traz os clássicos da primeira fase dos Beatles, como She Loves You, I Wanna Hold Your Hand e Yesterday. 1967-1970 é focado na fase mais experimental do grupo de John, Paul, George e Ringo, com músicas dos álbuns Sgt. Peppers, Abbey Road, Let it Be, Magical Mystery Tour e o chamado Álbum Branco

Fonte: http://musica.terra.com.br

5ª CINEOP REÚNE 20 MIL PESSOAS

IATEC On agosto - 12 - 2010ADD COMMENTS

Em junho foi realizada a quinta edição da Mostra de Cinema de Ouro Preto. Foram seis dias de programação gratuita, com a exibição de 65 filmes – entre longas, médias e curtas-metragens.

O Cine-Escola contou com sete sessões que, juntas, reuniram 3.300 alunos de 27 escolas da região. Foram realizadas ainda oito oficinas, com 280 alunos certificados, além de nove debates do 5º Seminário do Cinema Brasileiro, que giraram em torno de questões históricas, contemporâneas e de preservação, parte do Encontro Nacional de Arquivos, que reuniu 81 representantes de 63 arquivos e acervos de todo o país.

A ABPA – Associação Brasileira de Preservação Audiovisual vem crescendo em reconhecimento, legitimidade e organização. Foram realizadas três reuniões de trabalho para a discussão de seu estatuto, metas e objetivos, que resultaram na eleição da nova Comissão Executiva e na redação da Carta de Ouro Preto 2010.

A 5ª CineOP inaugurou os diálogos com a educação, através de parceria com a rede Kino – Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual. Um tema comum perpassou todos esses debates: o de que não basta preservar, mas de que é necessário dar acesso a essa produção preservada. Dessa maneira, a CineOP cumpre seu papel de janela para a memória do cinema brasileiro.

Fonte: www.cineop.com.br

Incrivelmente pequeno, o Monotron, apresentado pela fabricante Korg, é um sintetizador que funciona com pilhas AAA ou com fonte externa e possui um falante embutido e saída para fones.

Como sintetizador analógico, possui um oscilador e um filtro (controlado por knobs) e um oscilador de baixa frequência, tocado em seu “teclado” deslizante (de fita). Ou seja, pode-se deslizar pelas notas com o dedo ou algum objeto fino.

Para sintetizar o som, o Monotron conta com poucos, porém expressivos comandos: um oscilador de tensão (VCO), um filtro VCF e um oscilador de baixa frequência. Além disso, dispõe de um botão de volume para o fone, uma entrada estéreo de 1/8″, uma saída estéreo 1/8″, uma saída para fone 1/8″ e um auto falante interno (que para de funcionar quando a saída de fones está em uso).

Informações sobre a chegada do produto ao Brasil podem ser obtidas em www.pridemusic.com.br.

Fonte: www.musitec.com.br

O Globo – 10/8/2010 – Por Carlos Albuquerque

São as voltas que o mundo da música dá: enquanto o Digitaldubs inova no formato que dá nome ao grupo, a gravadora Deck dá um passinho atrás para dar dois para a frente no lançamento da coletânea “Vigilante”, que lança o selo homônimo. Além de um CD com 12 faixas de seis novos artistas – Volantes, Boss in Drama, Colombia Coffee, The Name, Mim e Vivendo do Ócio -, chegam às lojas cinco compactos (de vinil) com essas músicas (menos as do Mim) separadas de forma clássica e analógica, em lado A e lado B.

Leia mais: Digitaldubs inova na forma e no conteúdo

Aos recém-chegados e mais distraídos, convém lembrar que tais discos não vão entrar no drive do computador nem a pau: eles só vão rodar em toca-discos, com a ajuda imprescindível de agulhas, como se fazia no século passado. Mas o bravo e admirável mundo novo não foi esquecido pela Deck: todos os discos – prensados na renascida fábrica Polysom, a única da América Latina – vêm acompanhados por um código, para que seja feito o download do CD completo, além de um manifesto pela vida longa ao vinil.

Dos seis, o que mais se beneficia na transição ao vinil é o curitibano Boss in Drama (o one man show Péricles Martins), com seu juvenil e adorável namoro com o funk e a disco, repleto de filtros e grooves eletrônicos – música para dançar fica sempre melhor em vinil, como vêm ensinando há anos os DJs, que mantiveram esse formato vivo e rodando.